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Sífilis

A sífilis é uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum. Manifesta-se em três estágios: primária, secundária e terciária. Os dois primeiros estágios apresentam as características mais marcantes da infecção, quando se observam os principais sintomas e quando essa DST é mais transmissível. Depois, ela desaparece durante um longo período: a pessoa não sente nada e apresenta uma aparente cura das lesões iniciais, mesmo em casos de indivíduos não tratados. A doença pode ficar então, estacionada por meses ou anos, até o momento em que surgem complicações graves como cegueira, paralisia, doença cerebral, problemas cardíacos, podendo inclusive levar à morte. Por isso pessoal é importante ficar de olho, pois essas doenças são realmente graves e podem ter tratamento se diagnosticadas com antecedência.

Sinais e Sintomas
Atenção! A sífilis manifesta-se inicialmente como uma pequena ferida nos órgãos sexuais (cancro duro) e com ínguas (caroços) nas virilhas, que surgem entre a 2ª ou 3ª semana após a relação sexual desprotegida com pessoa infectada. É importante saber que a ferida e as ínguas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus.
Depois de um tempo, a ferida desaparece sem deixar cicatriz, assim à pessoa acha que está curada. Se a doença não for tratada, ela continua no organismo, e por isso depois de um tempo, surgem manchas em várias partes do corpo (inclusive na palma das mãos e na sola dos pés), além da queda de cabelos, cegueira, doença do coração, paralisias. Importante! Pessoal, no caso de mulheres grávidas, podem acontecer aborto ou má formação do feto.

Transmissão da sífilis 
A sífilis pode ser passada de uma pessoa para outra por meio de relações sexuais desprotegidas (sem preservativos), através de transfusão de sangue contaminado (que hoje em dia é muito raro em razão do controle do sangue doado), e durante a gestação e o parto (de mãe infectada para o bebê).

Prevenção 

Como não há perspectiva de desenvolvimento de vacina, em curto prazo, a prevenção recai sobre a educação em saúde: uso regular de preservativos, diagnóstico precoce em mulheres em idade reprodutiva e parceiros, e realização do teste diagnóstico por mulheres com intenção de engravidar.

Tratamento 
O tratamento mais indicado para a sífilis é a utilização do mais antigo dos antibióticos: a penicilina. O maior problema do tratamento é o seu diagnóstico, visto que a sífilis pode ser confundida com muitas outras doenças. Os pacientes devem evitar ter relação sexual até que o seu tratamento (e do parceiro com a doença) se complete. A gestante deve realizar controle de cura mensal. Se não tratada, a sífilis progride, torna-se crônica e pode comprometer várias partes do corpo ou levar à morte.
A sífilis congênita é resultado da infecção do feto pelo Treponema pallidum, bactéria causadora da sífilis, através da placenta.


Sífilis Congênita – Transmissão vertical da sífilis

A sífilis congênita é uma doença que ocorre no feto. Trata-se de uma infecção através de uma bactéria chamada Treponema pallidum. Essa infecção se dá através da placenta de uma mulher grávida que esteja infectada pela sífilis. É uma doença grave e podem causar má formação do feto, sérias conseqüências para a saúde da criança ou até a morte.

Sinais e Sintomas 
A sífilis pode se manifestar logo após o nascimento ou durante os primeiros dois anos de vida da criança. Na maioria dos casos, os sinais e sintomas estão presentes já nos primeiros meses de vida.
Ao nascer, a criança infectada pode apresentar problemas muito sérios, entre eles: pneumonia, feridas no corpo, cegueira, dentes deformados, problemas ósseos, surdez ou retardamento. A doença pode também levar à morte. Há ocorrências em que a criança nasce aparentemente normal e a sífilis se manifesta só mais tarde, após o segundo ano de vida.

Transmissão da sífilis 
A transmissão da mãe infectada para o bebê pode ocorrer em qualquer fase da gestação ou durante o parto. Estando presentes na corrente sangüínea da gestante, após penetrar na placenta, a bactéria ganha os vasos do cordão umbilical e se multiplica, rapidamente, por todo o organismo da criança que está sendo gerada. A infecção do feto depende do estágio da doença na gestante. Quanto mais recente a infecção materna, mais treponemas estarão circulantes e, portanto, mais grave será o risco de transmissão para o bebê.

Prevenção 
É realizado um teste diagnóstico em mulheres com intenção de engravidar, e nos casos diagnosticados, é necessário um tratamento imediato nas mulheres e em seus parceiros.

Tratamento
São realizados testes em amostra de sangue dos recém-nascidos cujas mães apresentaram infecção pela sífilis ou em casos de suspeita clínica de sífilis congênita. O tratamento deve ser imediato nos casos detectados e deve ser feito com penicilina. Com o tratamento adequado, mães com sífilis podem dar à luz a crianças saudáveis!
Nos casos detectados, deve haver uma notificação e investigação para apurar o que houve de fato e isso inclui os bebês que nascem mortos ou nos casos de aborto espontâneo por sífilis. Por isso, saibam que é direito de todo cidadão e obrigatório a todos os médicos e os profissionais de saúde (que estejam exercendo a função), bem como as responsáveis por organizações e estabelecimentos sejam eles públicos ou privados. (Lei nª6259)


Pediculose Pubiana

A pediculose do púbis é causada pelo Phthirus púbis, um “piolho pubiano. Para alguns estudiosos é a mais contagiosa das DST’s.

Sinais e sintomas
Os sintomas surgem de uma a duas semanas após a infestação ou em menor tempo, se a pessoa já apresentou infestação antes.
O piolho adulto e as lêndeas são encontrados fixados aos pêlos pubianos e também nas regiões pilosas do abdômen inferior, coxas e nádegas. Ocasionalmente, o piolho adulto pode ser encontrado nas axilas, pálpebras e supercílios.
Coceira intensa é a principal queixa da pessoa infectada.
Lesões de urticária, bolhas e manchas azuladas podem ocorrer após as picadas dos piolhos.

Formas de contágio
É importante saber que o contágio pode se dar através de relações sexuais, mas pode ser veiculada por meio de vestuário, roupas de cama e toalhas.

Prevenção

Evitar contato com os piolhos e das lêndeas aderidos aos pêlos. Boa higiene corporal.

Tratamento
Os produtos e esquemas usados para o tratamento da escabiose também são eficazes no tratamento da pediculose pubiana. Não é necessário depilar a região. Quando utilizados corretamente, os medicamentos empregados topicamente apresentam toxicidade quase nula. Devem ser aplicados nas áreas afetadas, em duas aplicações, com intervalo de sete dias entre uma e outra. Na primeira aplicação, eliminam-se todos os insetos adultos e na segunda, os que ainda não são capazes de reprodução. A aplicação deve incluir, além da região pubiana, as áreas das coxas, tronco e axilas.


Linfogranuloma venéreo

O agente causador dessa DST é a bactéria Chlamydia trachomatis, e ela pode se manifestar no período entre 7 e 30 dias.

Sinais e Sintomas
O Linfogranuloma venéreo caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital de curta duração (de três a cinco dias), que se apresenta como uma ferida ou como uma elevação da pele. Essa lesão é passageira e não é facilmente identificada pelas pessoas infectadas. Após a cura da lesão primária, que acontece geralmente entre duas a seis semanas, surge um inchaço doloroso dos gânglios de uma das virilhas, denominada “bubão”. Se esse inchaço não for tratado adequadamente, evolui para o rompimento espontâneo e formação de ferida, criando pus.

Formas de contágio
A transmissão do linfogranuloma venéreo se dá através de relações sexuais sem proteção.

Prevenção
Uso do preservativo em todas as relações sexuais e higienização dos órgãos genitais após o ato sexual.

Tratamento
Consiste no tratamento das feridas. São utilizados medicamentos à base de antibióticos que, entretanto, não revertem seqüelas, tais como o estreitamento do reto e a elefantíase dos órgãos sexuais, que é o aumento considerável de seu tamanho e espessura padrão. Importante: O parceiro deve ser tratado também.


HTLV

O vírus HTLV (sigla na língua inglesa que indica vírus que infecta células T humanas) é um retrovírus isolado em 1980 a partir de um paciente com um tipo raro de leucemia de células T. A HTLV Apresenta dois tipos: HTLV-I, que está implicado em doença neurológica e leucemia, e HTLV-II, o tipo 2, que está pouco evidenciado como causa de doença.

Sinais e sintomas
Cerca de 99% das pessoas portadoras do HTLV-I nunca desenvolverão qualquer problema de saúde relacionado ao vírus HTLV. Entretanto, alguns pacientes podem desenvolver problemas neurológicos. Geralmente, começam a se queixar de dores nos membros inferiores (como nas panturrilhas), na região lombar (parte inferior da coluna lombar), e apresentam dificuldade em defecar ou urinar. Estes sintomas são sempre progressivos e estão na região abaixo da linha do umbigo

Formas de contágio
A transmissão do HTLV não é diferente de outros tipos de transmissão de vírus como o vírus da imunodeficiência humana (HIV) e o vírus da hepatite C (HCV), ou seja, a transmissão é dada pela relação sexual desprotegida com uma pessoa infectada; uso em comum de seringas e agulhas durante o uso de drogas; da mãe infectada para a o recém-nascido (principalmente pelo aleitamento materno).

Prevenção
Recomenda-se o uso da camisinha em todas as relações sexuais.

Tratamento
Como o risco do desenvolvimento da doença associado ao HTLV-I é muito baixo, ainda não existe indicação de tratamento nos casos assintomáticos. Os casos onde existem sintomas comprovados de doença associada ao HTLV-I, como paraparesia espástica tropical (TSP), uveíte, ATL, entre outras, o tratamento irá depender de uma avaliação neurológica, avaliação de como o vírus tem se espalhado, tempo de evolução, presença de outras infecções virais etc.


Herpes

O herpes é uma doença que aparece e desaparece sozinha, de tempos em tempos, dependendo de certos fatores como estresse, cansaço, esforço exagerado, febre, exposição ao sol, traumatismo e menstruação. Nas mulheres, o herpes pode também se localizar nas partes internas do corpo. Uma vez infectada pelo vírus do Herpes simples, a pessoa permanecerá com o vírus em seu organismo para sempre.

Sinais e Sintomas
A doença se manifesta através de pequenas bolhas localizadas principalmente na parte externa da vagina e na ponta do pênis. Essas bolhas podem arder e causam coceira intensa. Ao se coçar, a pessoa pode romper a bolha, causando uma ferida.

Formas de contágio
O herpes genital é transmitido por meio de relação sexual (oral, anal ou vaginal) desprotegida (sem uso da camisinha). Essa doença é bastante contagiosa e a transmissão ocorre quando as pequenas bolhas, que se formam durante a manifestação dos sintomas, se rompem, ocasionando uma ferida e eliminando o líquido do seu interior. Esse líquido, ao entrar em contato com mucosas da boca ou da região ano-genital do parceiro, pode transmitir o vírus. Raramente a contaminação se dá através de objetos contaminados.
As feridas desaparecem por si mesmas. Após algum tempo, porém, o herpes pode reaparecer no mesmo local, com os mesmos sintomas. Enquanto persistirem as bolhas e feridas, a pessoa infectada estará transmitindo a doença. Na presença dessas lesões, a pessoa deve abster-se de relações sexuais, até que o médico as autorize. Por isso a importância do acompanhamento médico e visitas periódicas.

Prevenção
Galera, sem vacilo. Camisinha em todas as relações sexuais sejam elas vaginais, orais ou anais.

Tratamento
Pessoal, a herpes é altamente transmissível, por isso, é importante que as pessoas infectadas tenham cuidados com a higiene, como: lavar as mãos, evitar contato direto com outras pessoas e não furar nenhuma das bolhas de maneira alguma.
Com relação ao tratamento, existem medicamentos antivirais, por via oral e tópica (que são aqueles medicamentos a serem passados nas feridas), e têm como objetivo encurtar a duração dos sintomas, prevenirem as complicações e diminuir riscos de transmissão. E lembrem-se: o vírus não pode ser completamente eliminado.


Oftalmia neonatal

É como uma conjuntivite no recém-nascido, só que apresenta pus. Surge no primeiro mês de vida, e é comumente contraída durante o seu nascimento, através do contato com secreções genitais maternas contaminadas. A oftalmia neonatal pode levar à cegueira, especialmente quando causada pela bactéria N. gonorrhoeae. Os principais agentes causadores da doença são: Neisséria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis.

Sinais e Sintomas
De maneira geral, um recém nascido é levado ao serviço de saúde por causa de eritema (olhinhos vermelhos), inchaço nas pálpebras, e/ou existência de secreção nos olhos. A conjuntivite causada por clamídia é bem menos severa e demora entre 5 a 14 dias para se manifestar.

Prevenção
A limpeza nos olhos durante o período neonatal deve ser feira freqüentemente com Nitrato de prata a 1% (Método de Credè – 1 gota em cada olho do recém nascido), aplicação única, na 1ª hora após o nascimento.


Gonorréia e Clamídia

A gonorreia é a mais comum das DST. É também conhecida pelo nome blenorragia, pingadeira, ou esquentamento. Nas mulheres, essa doença atinge principalmente o colo do útero. Entre dois e oito dias após a relação sexual desprotegida, a pessoa passa a sentir ardência e dificuldades na hora de urinar. E é importante saber que às vezes, pode-se notar um corrimento amarelado ou esverdeado, até mesmo com sangue, que sai pelo canal da urina, no homem, ou pela vagina no caso das mulheres.
A clamídia é uma DST muito comum, e por isso pode ser vonfundida com a gonorreia  como por exemplo, corrimento parecido com clara de ovo no canal da urina e dor ao urinar. Um dos problemas é que as mulheres contaminadas pela clamídia podem não apresentar nenhum sintoma da doença, mas a infecção pode atingir o útero e as trompas, provocando uma grave infecção, por isso é importante prestar muita atenção!
Nesses casos pode haver complicações como dor durante as relações sexuais, gravidez nas trompas (ou seja, fora do útero), parto prematuro e até esterilidade.

Formas de contágio

A principal forma de transmissão dessa doença é por meio de relação sexual com pessoa que está infectada, seja em relação oral, anal ou vaginal, sem o uso de preservativo. Além disso, as mulheres contaminadas transmitem a bactéria causadora da doença, que pode acontecer também durante o parto, onde a transmissão é feita de mãe para filho. Nesse caso, o bebê ainda corre o risco de ter os olhos gravemente afetados, podendo levar à cegueira.

Prevenção
Usem camisinha sempre! Seja ela masculina ou feminina nas relações sexuais vaginais e orais. Além da camisinha masculina ou feminina, é importante usar lubrificantes à base de água (KY, Preserv Gel) nas relações anais.
E lembrem-se! É recomendado realizar sempre o auto-exame, observando os próprios órgãos genitais, observando cor, aparência, cheiro e pele estão saudáveis.

Tratamento

Essas DST podem causar esterilidade se não são tratadas, além de atacarem o sistema nervoso (causando meningite), afetarem os ossos e o coração. Importante! Corrimentos são muito comuns em mulheres, portanto a sua ocorrência não significa que você tem alguma DST. Por isso, em caso de dúvida, procure o seu médico.



Donovanose

É uma infecção causada por uma bactéria chamada klebsiella granulomatis que afeta a pele e as mucosas das regiões da genitália da virilha e do ânus. Ela causa úlceras e destruição da pele. 

Sinais e sintomas
Os sintomas dessa doença incluem caroços e feridas vermelhas e de sangramento fácil. Após essa infecção, surge uma lesão na genitália que se desenvolve lentamente em forma de úlcera ou caroço vermelho que aos poucos vai danificando a pele à sua volta.

Formas de contágio
O contágio pode acontecer pelo contato direto com feridas ou úlceras durante as relações sexuais com uma pessoa que já esteja infectada.

Prevenção
Para se prevenir, vale lembrar mais uma vez que o uso da camisinha é indispensável em qualquer relação, seja ela vaginal, oral ou anal. A prevenção eficaz, porém, só acontecerá se a área infectada estiver coberta ou protegida pela camisinha! Se houver contato com uma ferida aberta, a donovanose pode ser transmitida.

Tratamento
A donovanose pode ser tratada com antibióticos. Após terminar o tratamento, é necessário retornar ao médico para certificar-se de que todas as feridas sararam e que a infecção está completamente curada.
É necessário também evitar o contato sexual até que o tratamento tenha terminado e todos os sintomas tenham desaparecido. E atenção! As pessoas que tiveram relação sexual nos últimos 60 dias com a pessoa infectada devem procurar um médico, fazer exames e o tratamento.


Doença inflamatória Pélvica (DIP)

A DIP é uma síndrome que ocorre pela infecção dos órgãos reprodutores femininos, causados por bactérias. Essa infecção pode acontecer espontaneamente ou devida à manipulação (inserção de DIU, biópsia de endométrio, curetagem, e outros procedimentos médicos), comprometendo o endométrio, trompas e anexos uterinos.

Sinais e Sintomas
Essa doença se manifesta por dor e calor na parte baixa do abdômen, secreção vaginal abundante ou anormal que cheira mal, menstruação irregular ou abundante, dor na região pélvica ou abdominal durante o ato sexual, (muita atenção, pois nesse caso pode ser grave) além de sintomas de gripe como febre, desconforto, fadiga, dor nas costas ou vômitos.

Formas de contágio
Aproximadamente 90% dos casos têm origem em uma DST anterior, principalmente gonorreia e clamídia.

Prevenção
Pessoal, é importante usar sempre a camisinha para reduzir o risco de infecção todas as vezes que tiverem relações sexuais e é importante que sejam feitos exames pélvicos anualmente, incluindo testes para infecções. Visitem um médico regularmente, é muito importante!

Tratamento
O tratamento em geral é feito com antibióticos. Se a mulher usar o DIU (Dispositivo intra-uterino), este deve ser retirado. No caso das mulheres jovens, sexualmente ativas com queixa de desconforto ou dor pélvica, deve-se iniciar logo o tratamento, caso contrário podem ocorrer danos irreversíveis ao sistema reprodutor.


Causas e sintomas de Corrimento Vaginal

Meninas, esse problema é comum, e é uma das causas mais freqüentes de visitas ao ginecologista, por isso muita calma, e atenção aos cuidados com higiene e claro, visitas periódicas ao ginecologista.
O corrimento vaginal, que é também chamado como vaginite ou vulvovaginite pode ocorrer ainda na infância, quando a higiene é inadequada, principalmente depois da evacuação. Essa fase de desenvolvimento é chamada de “vulvovaginite inespecífica”.
Além desse período, o corrimento pode ocorrer com a menopausa, devido à diminuição de hormônios femininos, chamado estrógenos, e às modificações na camada interna da vagina, que tornam a pessoa mais suscetível às agressões externas.

Sinais e Sintomas
Ocorrem algumas alterações no organismo feminino, como alterações no fluxo vaginal (na maioria dos casos o volume é aumentado), com cheiro desagradável ou não, irritação, coceira ou ardência na vagina ou na vulva e vontade de urinar freqüentemente.
Além disso, alguns produtos químicos encontrados em sabões, sabonetes, absorventes e substâncias perfumadas podem causar irritação e desconforto. De qualquer forma meninas, visitar o médico freqüentemente é o melhor remédio!


Condiloma acuminado ou HPV

O condiloma acuminado, conhecido também como crista de galo, figueira ou cavalo de crista, é uma doença sexualmente transmissível causada pelo Papiloma vírus Humano (HPV) e caracteriza-se por verrugas na região genital, de tamanho variável.
Tanto o homem, quanto a mulher podem estar infectados pelo vírus e não apresentar sintomas. A principal preocupação é que, nas mulheres, o HPV está associado ao câncer de colo de útero. Por isso, é importante fazer regularmente o exame preventivo do câncer do colo, conhecido como papanicolau.
Atualmente, existem mais de 100 tipos de HPV. E 40 deles podem infectar o trato genital. É bom ressaltar que a infecção pelo HPV é muito comum e nem sempre resulta em câncer.

Sinais e sintomas
Verrugas com aspecto de couve-flor e de tamanhos variáveis em qualquer local da genitália. No homem, sua ocorrência é maior na ponta do pênis e, na mulher, na vagina, vulva, região perianal e colo do útero.
E atenção! O HPV pode estar relacionado ao aparecimento de alguns tipos de câncer, principalmente no colo do útero, mas podem aparecer também no pênis ou no ânus.

Formas de contágio 
A infecção pelo HPV é muito comum, pois esse vírus é transmitido pelo contato direto com a pele contaminada, ainda que essa não apresente alguma lesão visível. Por isso, é necessário muito cuidado!
A transmissão pode ocorrer durante o sexo oral e ainda existe a possibilidade da contaminação por meio de objetos como toalhas, roupas íntimas, vasos sanitários ou banheiras. Entretanto, quando a pessoa apresenta os sintomas, o risco de transmissão é muito maior, já que essas verrugas têm grande capacidade de transmitir o vírus.

Prevenção
O uso da camisinha durante a relação sexual impede a transmissão do vírus entre 70% e 80% dos casos. Sua efetividade não é maior devido à possibilidade de o vírus estar alojado ao redor dos órgãos genitais.
Recentemente, foi criada a vacina contra alguns tipos do HPV. Esta serve para criar defesas no organismo contra esses tipos de HPV e tem sido indicada para mulheres jovens (de 9 a 26 anos), principalmente antes do início da vida sexual. Entretanto, ainda faltam inúmeros dados quanto ao uso da vacina (por exemplo, se precisa de reforço ou não) e quanto sua eficácia. Por isso, a vacina ainda não está disponível como medida de saúde pública.
E fiquem ligados! Na maioria das vezes os homens não manifestam a doença. Ainda assim, são transmissores do vírus. Quanto às mulheres, é importante que se faça o exame de prevenção do câncer do colo, conhecido como "papanicolau" ou preventivo, regularmente.

Tratamento
O tratamento do condiloma acuminado consiste em remover as lesões. Todas as opções terapêuticas apresentam falhas, podendo haver retorno das lesões. Mas é possível evitar o reaparecimento com medidas simples: higiene adequada, tratamento de infecções genitais associadas, tratamento dos parceiros sexuais e não transar durante o tratamento. Manter a boa imunidade da pessoa, ou seja, as defesas do organismo, é essencial para a boa resposta ao tratamento. Portanto, cuide da sua saúde constantemente!


Cancro Mole

A doença pode ser chamada também de cancro venéreo, mas é popularmente conhecida como “cavalo”. E manifesta-se através de feridas dolorosas e com sua base mole. Os primeiros sintomas aparecem entre dois e cinco dias após a relação sexual sem camisinha com o portador da doença. Esse período pode se estender em até duas semanas.

Sinais e Sintomas

No início, surgem uma ou mais feridas pequenas com pus. Após algum tempo, forma-se uma ferida úmida e bastante dolorosa, que se espalha e aumenta de tamanho e profundidade. Depois, surgem outras feridas em volta das primeiras. Após duas semanas do início da doença, pode aparecer um caroço doloroso e avermelhado na virilha, que chega a prender os movimentos da perna, impedindo a pessoa de andar. Esse caroço pode soltar um pus espesso, esverdeado, misturado com sangue.
Nos homens, as feridas localizam-se, geralmente, na ponta do pênis. Na mulher, ficam na parte externa do órgão sexual e no ânus e mais raramente na vagina. A ferida pode não ser visível, mas provoca dor na relação sexual e ao evacuar. Em alguns casos, o paciente pode sentir dor de cabeça, febre e fraqueza.

Formas de contágio
O Cancro mole é transmitido pelo sexo (vaginal, anal ou oral) sem camisinha com uma pessoa contaminada.

Prevenção
Como o contágio se dá pelo sexo, a melhor maneira de prevenir-se é usando a camisinha em todas as relações sexuais. Além disso, é importante cuidar bem da saúde e da higiene.

Tratamento
O tratamento desta doença é feito com antibióticos, sabonetes e loções. Os médicos recomendam não transar durante o tratamento e prestar atenção à higiene no local infectado. De qualquer maneira, o tratamento dos parceiros sexuais é importante pela possibilidade de existirem portadores do cancro mole que não apresentam sintomas.


Meditação – Terapias Alternativas

A meditação nada mais, nada menos que olhar para nosso interior e conversar consigo mesma, procurando se concentrar em coisas positivas. O indicado é ficar em um lugar bem tranqüilo, ao ar puro e se possível perto da natureza, com uma roupa leve, descalça, sentar-se confortavelmente, relaxar músculo por músculo e respirar com suavidade, sentindo o ar entrar pelo nariz e sair pela boca. Faça essa técnica todos os dias e reserve um tempinho do dia só para relaxar. Meditar melhora o estresse, estafa, mau humor, ansiedade, angústia, nervosismo e entre outras enfermidades.

Dicas práticas:
Prepare o ambiente com uma luz amena, de preferência a luz solar e se possível perto de arvores e flores. Elas vão perfumar e colorir o ambiente na medida certa além de transmitir Paz e um alto-astral. A música de fundo também é recomendada, mas prefira as mais suaves para tranquilizar o ambiente é sempre bem-vinda. Feito esse procedimento basta fechar os olhos e sentir as vibrações e sempre procurar imaginar lugares agradáveis e que te faça bem.

Detalhe:

Sempre que possível faça a meditação junto à natureza, perto de cachoeira, do mar ou debaixo de uma árvore escutando os cantos dos pássaros ou até mesmo no jardim de sua casa.

Musicoterapia – Terapias Alternativas

Ao nascermos o som é o primeiro contato que estabelecemos com o mundo exterior. Tendo isso em mente a música pode ser uma alternativa para aliviar sintomas físicos e mentais, mas para isso é preciso fazer a escolha certa. Os sons mais utilizados na musicoterapia são próprios da natureza, como os cantos dos pássaros, a água correndo dos rios, das ondas batendo na pedra, do soprar dos ventos e etc... Esse tratamento é uns dos mais prazerosos sem sombra de dúvidas, pois você até esquece a sua enfermidade, mas para isso é preciso relaxar e prestar atenção nos sons e usar este tempo para se tranquilizar.

Dicas práticas:
Quando for praticar a musicoterapia evita lugares onde há muito barulho como: pessoas conversando, transito intenso, rádio fora de sintonia, evitar ruídos, como por exemplo: liquidificador, aspirador de pó, serra elétrica, cortador de grama, etc... Por isso escolha sempre um lugar mais sossegado. Agora se sua intenção é despertar e ficar elétrica coloque um som bem agitado e aproveite para cantar e extravasar em alto e bom tom.



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Faça o teste de AIDS

Onde fazer
Saber do contágio pelo HIV precocemente aumenta a qualidade de vida de quem tem o vírus. Quem busca tratamento especializado e segue as recomendações do médico ganha em uma vida mais saudável.
Além disso, as mães soropositivas que forem orientadas corretamente e seguirem o tratamento recomendado durante o pré-natal, parto e pós-parto reduzem as chances de terem filhos HIV positivos para menos de 1%. Por isso, se você passou por uma situação de risco, como ter feito sexo desprotegido, faça o exame!
O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito a partir da coleta de sangue. No Brasil, temos os exames laboratoriais e os testes rápidos, que detectam os anticorpos contra o HIV em até 30 minutos, colhendo uma gota de sangue da ponta do dedo. Esses testes são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) gratuitamente. Nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), unidades da rede pública, os exames podem ser feitos inclusive de forma anônima.

Quando devo fazer o teste?
• Se manteve relação sexual (oral, vaginal ou anal) sem camisinha.
• Durante o pré-natal (gestantes).
• Se teve alguma doença sexualmente transmissível (DST), tuberculose ou hepatites.
• Se compartilhou seringas ou agulhas.

Qual a importância de fazer o teste?
• Se você tiver o HIV, é importante saber o quanto antes. Assim, você inicia o tratamento no momento certo, o que pode lhe trazer mais qualidade de vida.
• Em caso de gravidez, mães soropositivas têm grandes chances de terem filhos sem o HIV se seguirem o tratamento e com o acompanhamento adequado.

Como é feita a testagem?
1. Aconselhamento antes do teste.
2. Coleta de sangue, análise e laudo.
3. Entrega do resultado e orientações.

O que é o teste de AIDS?
É um teste que diz se a pessoa tem ou não o HIV, o vírus da AIDS.
Ele pode ser rápido, o resultado sai na hora, ou laboratorial, onde o resultado sai em torno de 15 dias.

Se você fez sexo sem camisinha, espere pelo menos um mês para fazer o teste de AIDS. Ele é gratuito, o resultado pode sair na hora e só você fica sabendo. O tratamento está disponível e é gratuito.

Saiba mais pelo Disque Saúde: 0800 61 1997 
ou acesse o nosso site: www.aids.gov.br

Dúvidas mais frequentes em relação as DSTs

Numa relação sexual sem camisinha com uma pessoa que é soropositiva é possível que o parceiro não seja infectado? 
Em uma relação sexual com parceiro soropositivo sem proteção, nem sempre há transmissão do vírus. Entretanto, como essa possibilidade é alta, recomenda-se o uso do preservativo em todas as relações sexuais com parceiros soropositivos, para se evitar a probabilidade de contrair o vírus. Em caso de exposição à situação de risco, após três meses, deve-se fazer o teste anti-HIV para a dúvida ser esclarecida. Toda relação sem preservativo é arriscada, mas os riscos aumentam com relação anal receptiva, durante o período menstrual ou com a presença de outra doença sexualmente transmissível. O vírus parece penetrar mais facilmente através da pele do ânus e do reto do que pela pele genital. Esse fato pode ser explicado por uma maior fragilidade do tecido, que, por esse motivo, está mais sujeito a traumas que facilitam a infecção. Em relações vaginais, as mulheres são mais susceptíveis do que os homens, pois a concentração do vírus é maior no esperma do que na secreção vaginal.

A prática do sexo anal sem proteção implica risco de contaminação para ambos os parceiros? 
Sexo anal sem camisinha é uma prática considerada de alto risco, sendo que o parceiro passivo é o que corre mais risco. O reto e o ânus são órgãos com intensa irrigação sangüínea e sem lubrificação própria. Por essa razão, o sexo anal uma fonte de fácil transmissão de doenças por via sangüínea, como hepatite e AIDS. Sabendo disso, nessas relações é ainda mais importante o uso do preservativo. É recomendável usar também um gel à base de água, a fim de evitar um rompimento do preservativo devido ao atrito da camisinha com o ânus.

A prática da masturbação com parceiro eventual implica risco de contágio pelo HIV? 
Não havendo troca de sangue, sêmen ou secreção, a prática da masturbação a dois não implica qualquer risco de infecção pelo HIV.

Qual o risco de contágio com aparelhos cortantes como aparelhos de barbear, brincos, alicates e piercings? 
Atualmente, a maioria dos aparelhos perfuro-cortantes fabricados, como seringas, máquinas de tatuar, aparelhos para colocar brincos ou piercings, são feitos com materiais descartáveis, que não podem ser usados mais de uma vez. Em caso de dúvida, sugerimos perguntar no local sobre os materiais utilizados. O risco de contaminação no contato do sangue com a pele e mucosa oral é menor do que a exposição percutânea (injeção), porque há maior quantidade de células-alvo suscetíveis à infecção pelo HIV na corrente sanguínea. Além disso, na pele e na mucosa oral existem barreiras imunológicas e não-imunológicas que conferem um determinado grau de proteção, uma vez que estes lugares estão em permanente contato com o meio externo e com microorganismos.

Mesmo com a ausência de ejaculação durante o ato sexual é possível ser infectado pelo HIV? 
Apesar de o vírus da AIDS estar mais presente no esperma, essa não é a única forma do vírus ser transmitido em uma relação sexual. Há, também, a possibilidade de infecção pela secreção expelida antes da ejaculação ou pela secreção da vagina, por exemplo. Os fatores que aumentam o risco de transmissão do HIV, nesses casos, são: imunodeficiência avançada, relação anal receptiva, relação sexual durante a menstruação e presença de outras doenças sexualmente transmissíveis como cancro mole, sífilis e herpes genital.

O beijo, no caso de um dos parceiros terem feridas ou fissuras na boca, é uma via de contágio? 
Segundo estudos, não há evidências de transmissão do HIV pelo beijo. Para que houvesse possibilidade de transmissão, seria necessário que houvesse uma lesão grave de gengiva e sangramento na boca. O HIV pode ser encontrado na saliva, porém as substâncias encontradas na saliva são capazes de neutralizá-lo. Práticas como beijar na boca, fumar o mesmo cigarro, tomar água no mesmo copo, não oferecem riscos.

A prática do sexo oral sem proteção implica risco de infecção pelo HIV? 
Se comparado a outras formas de contágio (sexo vaginal, sexo anal e compartilhamento de seringas, por exemplo), o risco relacionado ao sexo oral é baixo. Contudo, oferece riscos maiores para quem pratica (ou seja, o parceiro ativo), dependendo fundamentalmente da carga viral (quantidade do vírus no sangue) do indivíduo infectado e se há presença de ferimentos na boca de quem pratica (gengivites, aftas, machucados causados pela escova de dente). Caso não haja nenhum ferimento na boca, o risco de contágio é menor. Isto se explica, talvez, pela acidez do estômago, que pode tornar o vírus inativo, quando deglutido. No entanto, na prática de sexo oral desprotegido, há o risco de se contrair herpes, uretrite, hepatite B, ou HPV, independente da sorologia do parceiro.

A existência de ferimentos e machucados nos genitais aumenta o risco de contágio? 
Sim. Feridas nos órgãos genitais aumentam o risco de transmissão do HIV, pois facilitam o contato do sangue com secreções, que têm risco muito alto de infecção. Geralmente essas feridas, assim como corrimentos, bolhas e verrugas, são resultado de alguma DST. O uso de preservativos em todas as relações sexuais é o método mais eficaz para reduzir o risco de transmissão tanto das DST quanto do vírus da AIDS.


Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)

O HIV 
O conhecido HIV, Vírus da Imunodeficiência Humana, é um vírus pertencente à classe dos retrovírus, e causador da AIDS.
Ao entrar no organismo humano, o HIV age no interior das células do sistema imunológico, responsável pela defesa do corpo. As células de defesa mais atingidas pelo vírus são os linfócitos CD4+, justamente aquelas que comandam o sistema de defesa do corpo diante de agentes como vírus e bactérias.
O HIV tem a capacidade de se ligar a um componente da membrana dos linfócitos, o CD4, e penetrar nessas células, para poder se multiplicar. O HIV vai usar o DNA da célula para fazer cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe a célula e os novos vírus caem na corrente sanguínea, indo buscar outras células para continuar sua multiplicação.
As células do sistema imunológico de uma pessoa infectada pelo vírus começam então a funcionar com menos eficiência e, com o tempo, a capacidade do organismo em combater doenças comuns diminui, deixando a pessoa sujeita ao aparecimento de vários tipos de doenças e infecções.
O HIV pode levar vários anos, entre o momento da infecção até o surgimento dos primeiros sintomas. Esta fase se denomina de assintomática, pois a pessoa não apresenta nenhum sintoma ou sinal da doença. Este período entre a infecção pelo HIV e a manifestação dos primeiros sintomas da AIDS irá depender, principalmente, do estado de saúde da pessoa.
Quando se diz que uma pessoa tem HIV, está fazendo referência a essa fase assintomática da doença. Quando se fala em pessoa com AIDS, significa dizer que ela já apresenta sintomas que caracterizam a doença, o que geralmente marca o início do tratamento com os medicamentos antirretrovirais, que combatem a reprodução do vírus HIV.
Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a AIDS. Há muitas pessoas soropositivas que vivem durante anos sem desenvolver a doença. No entanto, podem transmitir o HIV aos outros pelas relações sexuais desprotegidas, por compartilhar seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez, por isso a atenção deve ser dobrada.
 

AIDS
A AIDS é a sigla em inglês da síndrome da imunodeficiência adquirida. É causado pelo HIV, vírus que ataca as células de defesa do nosso corpo. Com o sistema imunológico comprometido, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, de um simples resfriado a infecções mais graves como tuberculose ou câncer. O próprio tratamento dessas doenças, chamadas oportunistas, fica prejudicado.
Formas de Contágio
Uma pessoa pode contrair a AIDS ou outra doença sexualmente transmissível ao manter relações sexuais com uma pessoa infectada. Por isso, use a camisinha sempre!

Liga-se! 

Outra forma de contágio ocorre pelo contato direto com sangue contaminado, que pode ocorrer com o compartilhamento de agulhas para injeção de drogas, transfusões de sangue. Preste atenção e nunca compartilhe esses materiais com outras pessoas, que podem estar infectadas e não sabem. Além disso, uma mãe portadora do HIV pode passar para o filho durante a gestação, parto ou amamentação. Mas, atualmente, as chances de transmissão podem ser reduzidas a um 1%. Para isso, a grávida precisa fazer o exame de AIDS e sífilis o quanto antes. E, em caso positivo, é fundamental seguir o tratamento e as orientações médicas corretamente e não amamentar o bebê.

Prevenção
Como o HIV  está presente no sangue, sêmen e secreção vaginal, a transmissão sexual da AIDS é a mais comum. Portanto, nunca deixe de usar a camisinha, e colocá-la da forma correta. Praticar o sexo seguro mantém você longe da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis como a sífilis e a gonorréia, por exemplo. Se você é soropositivo, não pense que está dispensado de usar o preservativo para se cuidar, mesmo que o seu parceiro seja soropositivo também. Ele evita a reinfecção por outros tipos de HIV, além de proteger contra outras DST. A camisinha está disponível em toda rede pública de saúde.
Profissionais de saúde recomendam, ainda, não compartilhar seringas ou agulhas com outras pessoas. As grávidas devem ter atenção redobrada durante a gestação e o parto. E como o HIV também está presente no leite materno, não podem amamentar seus filhos.
Prevenir-se contra as DST, especialmente a AIDS, é simples e fácil. Fique ligado e use camisinha sempre!

E os sintomas?

A AIDS não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Mas os sintomas iniciais geralmente são semelhantes e comuns a outras doenças. Os mais freqüentes são gripe persistente, perda de peso, diminuição da força física, febre intermitente (a pessoa fica febril e melhora, e febril novamente com muita freqüência), dores musculares, suores noturnos, diarréia.
Como muitas pessoas passam anos sem apresentar sintoma algum, faça o teste sempre que passar por uma situação de risco. O indicado é esperar, pelo menos, um mês após essa possível exposição ao vírus. Esse é o tempo que o organismo leva para produzir anticorpos suficientes que possam ser detectados nos testes de laboratório.
Quanto antes você descobrir, melhor para a sua saúde.

Tratamento
A AIDS ainda não tem cura, mas o soropositivo pode viver como uma pessoa saudável se seguir o tratamento médico corretamente. Atualmente, existem remédios antirretrovirais, que inibem a reprodução do HIV no sangue, mais conhecidos como coquetel. O controle do avanço da doença também faz parte do tratamento, e é feito por meio dos testes realizados regularmente. O paciente também deve ter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos com frequência.
 

Ciclo do HIV e AIDS 
O HIV ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a contaminação.
Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a AIDS. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas. Mas, podem transmitir o vírus a outros pelas relações sexuais desprotegidas, por compartilhar seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Por isso, é sempre importante fazer o teste e proteger-se em todas as situações.
Na fase onde aparecem os sintomas, o infectado sente dores de cabeça, contrações abdominais, febre, falta de coordenação, náuseas, vômitos, fadiga extrema, perda de peso e diarréias persistentes. Mas quando esses sinais surgem, a infecção pelo HIV já está em fase avançada.
 

O que são DST 
Galera, DST é um assunto que para muitos está “batido”, mas para outros ainda causa coceira e vários outros incômodos, por isso atenção! As doenças sexualmente transmissíveis têm tratamento, só que em alguns casos elas são mais fáceis de serem tratadas, em outros casos são mais difíceis podendo persistir ativas, apesar da sensação de melhora.
De qualquer maneira, a prevenção é o melhor remédio! A transmissão ocorre, principalmente, por contato sexual sem o uso da camisinha, seja feminina, seja masculina, com uma pessoa que já esteja infectada e, na maioria das vezes, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.
As mulheres, em especial, devem ser bastante atenciosas, já que, em diversos casos de DST, não é fácil de distinguir o que são reações comuns do organismo feminino e o que são sintomas de alguma DST. Por isso meninas, consultas periódicas ao médico são importantes.
Algumas DST quando não diagnosticadas a tempo podem evoluir para complicações graves, até a morte.
Usar preservativos em todas as relações sexuais é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das DST, em especial do vírus da AIDS. Este também pode ser transmitido pela transfusão de sangue contaminado ou compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis. Algumas DST (como a AIDS) também podem ser transmitidas da mãe infectada para o bebê durante a gravidez, o parto ou a amamentação.
O tratamento das DST melhora a qualidade de vida da pessoa infectada, interrompe a transmissão das doenças e também diminui o risco de transmissão do HIV/AIDS, pois as feridas causadas pelas doenças favorecem a entrada do HIV. 


O atendimento e a terapia são gratuitos nos serviços de saúde do SUS.


Hidroterapia – Terapias Alternativas

A água é uma auxiliar nos tratamentos de diversas enfermidades. Por isso é importante ingerir bastante água durante o dia, pois é saúde pura que desce pela garganta. A água tem o poder de eliminar substâncias tóxicas do nosso corpo e também tem a função de livrar o organismo dos resíduos alimentares.
Na hora do banho a água também é fundamental para a saúde. O banho frio é ideal para ativar a circulação, já o banho quente serve para diminuir a tensão e dores musculares.
As compressas de água doce ou salgadas também é uma ótima opção. O simples caminhar dentro da piscina ou no mar faz um bem enorme e sem esquecer-se de mencionar as saunas que são excelentes para complementar as terapias alternativas.

Dicas práticas:
As águas medicinais produzem efeitos terapêuticos específicos quando ingeridas diretamente da fonte. Por isso, uma ótima opção é ir à procura de estâncias hidrominerais, além de ser um tratamento simples e muito refrescante sendo uma grande aventura para o paciente.



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